Eu li: A garota que eu quero


AI Sabrina sua enrolada! Sem mentira, já fazem quase 3 semanas que eu terminei de ler esse livro que ganhou meu coração, mas claro que eu demorei né, senão, não seria eu.
“A garota que eu quero” apresenta a história de Cameron, um garoto solitário, perdedor, nada parecido com nenhum de seus 3 irmãos. Só que tudo muda quando ele conhece uma garota que o faz se encher de palavras e sentimento, fazendo assim, com que ele esteja disposto a mostrar que mesmo perdedor, possui muita garra para lutar.
Pra quem não sabe o autor de “A garota que eu quero” é o mesmo de “A menina que roubava livro”, livro que comecei a ler e abandonei, pois não me interessei. E ainda, fiquei sabendo que esse livro faz parte da trilogia “Irmãos Wolf”. Estou chocada e triste ao mesmo tempo, pois comecei a série pelo 3º livro! Então, com esse fato novo, comecei a ler enquanto fazia esse post, resenhas sobre a trilogia e vi só elogios, me deixando super ansiosa pra ir atrás e ler os outros dois livros. Mas enquanto isso não acontece, vou falar pra vocês sobre o porquê de eu ter gostado de ter lido esse livro (se eu conseguir, claro).
Logo no inicio eu já comecei a amar o livro. Meu livro já ficou cheio de marcações nos primeiros 15 minutos de leitura.

“Houve uma época em que eu realmente ansiava por fazer parte de um grupo de amigos. Queria uma turma de caras pelos quais me sentisse disposto a derramar meu sangue. Nunca aconteceu.”

Eu me identifiquei com varias coisas que o Cameron relata durante a narrativa (essa ai de cima é uma delas) e fiquei encantada a cada texto do dele que intercala entre um capitulo e outro.

“Por um momento, considerei se deveria contar a alguém sobre o que havia começado a escrever, mas não consegui. De certo modo, senti vergonha, embora minhas palavras fossem a única coisa que me cochichava no ouvido uma sensação de tudo bem. Não falei com ninguém.”

O livro não é extenso, tem uma leitura rápida e nenhum dos capítulos eu achei monótono. Adorei a forma de escrito do Zusak, o jeito que ele dividiu os capítulos e as frases soltas entre os parágrafos. Não é aquele tipo de romance mimimi que me deixa meio de saco cheio enquanto leio. Pra resumir, foi um livro que valeu muito a pena ter comprado.

“É engraçado como há coisas neste mundo que só nos enchem o saco, mas de que a gente sabe que vai sentir falta quando se forem”

E o que aprendemos com esse post? Que “A garota que eu quero” faz parte de uma trilogia, então, não façam igual eu fiz, comecem pelos outros livros ta? Por favor! Hahahaha.
A próxima resenha será de “Cidade de papeis”.
Beijo, Sabrina!

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