Eu li: O teorema Katherine

Minha ultima compra de livros tiveram o total de 3. Entre eles, dois do John Green. Queria vir aqui falar dos três juntos, mas o fator faculdade está me atrapalhando nisso também (tenho uma cadeira de gramática que anda consumindo todo o tempo que eu tenho pra ler livros, fazendo eu os substituir por polígrafos…), então, ao invés de ler uma obra em menos de duas semanas, estou levando quase um mês, e não acho isso nada legal. Assim, como a minha opinião está extremamente forte dentro de mim, senti necessidade de vir aqui contar sobre o que eu achei de “O teorema Katherine”.


Antes de qualquer coisa, tenho que dizer que mais uma vez acontece um acidente com um livro meu. Dessa vez, esse caiu em uma possa d’água em um dia de chuva. Imaginem o meu desespero. E depois, em outro momento, amasso a capa dele sem querer. Acho que eu tenho que voltar a cuidar melhor dos meus livros…
Enfim, vamos para o conteúdo.
Após seu mais recente e traumático pé na bunda – o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine – Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.
(Fonte: http://www.skoob.com.br/o-teorema-katherine-294316ed329772.html)
Lendo uma segunda obra do John Green e vendo o trailer de “Cidade de papel”, percebi que o autor tem uma boa base pra escrever qualquer história: Uma pessoa não socialmente ativa/excluída; uma vontade de algum personagem em ser importante/ fazer ser; e óbvio, um amor ~quase~ impossível (onde um deles revela que o fato de ser importante não é importante).

“O futuro vai apagar tudo – não existe nenhum nível de fama ou genialidade que permita a alguém transcender o esquecimento. O futuro infinito torna esse tipo de importância impossível.”

Diferente de “A culpa é das estrelas”, fiquei satisfeita quando terminei “O teorema Katherine”. A narrativa em si me deixou feliz, já que em várias partes me peguei rindo de algum dialogo entra Colin e Hassan ou simplesmente a descrição de alguma situação na vida das personagens me fez dar risada. Li que muitos acharam que o livro é muito enrolado, o que, de inicio, realmente é, já que cada passo é relatado, mas assim que se entra na história, nem se dá mais bola pra isso.
A falta da história de amor totalmente explicita me fez gostar ainda mais do livro (talvez seja isso que me fez desgostar de A culpa é das estrelas…). A singularidade dos personagens e a história não TÃO óbvia assim, me fez querer chegar até o final.

Hassan – (…) O mundo está de pernas para o ar. Adoro. É como se estivéssemos num globo de neve e Deus resolvesse uma nevasca, então ele nos dá uma fugging sacudida

Não sei se leria novamente e não acho que recomendaria, mas é um bom livro pra quem gosta do autor ou pra quem quer conhecê-lo. Acho que é o livro certo para se saber se você vai ou não gostar de ler Green, tanto que agora já o perdoo por “A culpa é das estrelas”… hahahaha.

A próxima resenha será de “A garota que eu quero” – só não sei quando. Alguém ai já leu?

Beijos, Sabrina!

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