Filmes: Minhas companhias do carnaval

Quando eu era criança, carnaval servia pra eu colocar uma fantasia e ir ao baile de carnaval infantil que tinha aqui na minha cidade. Hoje, serve pra ficar em casa assistindo filme. Como a casa não ficou somente pra mim no feriado, só consegui olhar 3 filmes, que acho que valem a pena comentar sobre.
Confia em mim ✭✭✭


Drama brasileiro de 2012, protagonizado por Fernanda Machado e Matheus Solano, conta a história da chef de cozinha Mari, que sempre sonhou em abrir seu próprio restaurante. Com a chegada de Caio, seu novo namorado, ela vê seu sonho possível tendo o total apoio do rapaz. Só que é claro que nem tudo é tão simples assim.
O inicio do filme é aquela linda e tradicional história da menina coitadinha, infeliz com sua vidinha que ganha de presente dos céus um cara incrível. Porém, no meio do longa, a história muda. O cara legal vira vilão e a menina coitada vira forte e corajosa.
Analisando a história em si, não tem lá muito o que se impressionar, mas teve sim aqueles momentos que me deixaram tensa na frente da TV. E mesmo sem ter lá grande coisa, podia ter sido melhor valorizada. Só fui saber da existência do filme porque tava na locadora perto de outro filme que eu queria alugar, senão, acho que nunca ia chegar a ver. Certo que se tivesse maior valorização sobre esse tipo de filme, o cinema do Brasil ia ser muito mais valorizado, principalmente pelos brasileiros.
A coisa que mais me incomodou e que eu preciso falar foi à fotografia do filme. Tudo bem que era um drama, mas acho que não precisava ter sido tão escuro assim.

Entre nós ✭✭


Lembro que quando estavam prestes a lançar esse filme, falaram muito sobre ele na mídia, tanto que eu fiquei super curiosa pra assistir. Só que, depois que o filme estreou, ele meio que sumiu. Ou foi só impressão minha. Mas o fato é que eu olhei e não me surpreendi tanto assim.
Quando eu ouvi sobre o que era a história eu já me interessei. A história começa no ano de 1992, quando sete jovens amigos escritores escrevem cartas para seus ‘’eus’’ daqui a 10 anos. Porém, um acidente que acaba terminando com a vida de um deles, abala a amizade, mas mesmo assim, eles voltam para o lugar onde as cartas foram enterradas e são vistos obrigados a enfrentar o passado.
Em termos de produção, fotografia e direção o filme não decepciona. Porém, não consigo entender o porquê do uso abusivo de palavrões. Se vocês conhecem pessoas que a cada 10 palavras, 6 são palavrões me apresentem. Acho que não teve uma cena em que uma “palavra feia” não foi usada. O segredo principal acaba por ofuscar os outros dramas envolvendo o grupo. Pensei que ao abrir as cartas, mais segredos seriam revelados. Só que é claro que nada disso faz com que deixe de ser um bom filme, mas não olharia de novo, mais por questão de gosto mesmo.

O doador de memórias ✭✭✭✭


Antes de tudo, nunca vi nem Divergente e nem Jogos vorazes, simplesmente são filme que não me atraem. Só que, assim que terminei de ver O doador de memórias, pesquisei um pouco e vi que ele é baseado em um série de 4 livros estilo esses dois já grandes sucessos do cinema. Creio que O doador de memórias caminha pra essa mesma direção.
Imagine uma comunidade sem guerras, sem dor, sem diferenças ou competições. Vivem sem ao menos conhecer o que são sentimentos durante toda a vida. Só que há sempre uma pessoa na comunidade encarregada de armazenar essas informações, para poupar os demais e também guiá-los. A cada determinada faixa de tempo, o receptor das memórias muda, e agora, essa tarefa foi determinada ao jovem Jonas, que precisa provar de que é capaz de tamanha responsabilidade.
Quando eu – por um milagre- li a sinopse na locadora, não me empolguei muito. Pensei que ia ser mais um filme legal e mais nada. Porém, gostei dele mais do que imaginei que gostaria. Ele não é um filme cheio de coisas impossíveis. Tem sim suas impossibilidades, mas tudo na medida certa. Foi aquele tipo de filme que me fez ficar vidrada, pensando em como seria a vida se ela fosse como ao filme. Até que ponto seria bom? Por fim, conclui que a ideia de mundo perfeito sempre será distante.
O longa não só traz uma fotografia e produção muito bem feitas como traz também a LINDA da Katie Holmes, a pra sempre Joey de Dawson’s Creek, e a maravilhosa da Maryl. Meu único problema com o filme é que não precisava ter nada que envolvesse romance, porque já vi que no livro o romance não existe e a maneira como foi enquadrada no filme, pra mim, não funcionou nada.

Acho que ‘falei’ de mais né?

Beijos, Sabrina!

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